Saúde pede à população maior combate ao mosquito da dengue, que causa microcefalia em bebês

microcefalia

A Secretaria Municipal de Morrinhos, através do Núcleo de Vigilância Epidemiológica, preocupada com o crescente aumento do número de casos de microcefalia no país, doença causada pelo Zika vírus, transmitido pelo mesmo mosquito da dengue, está reforçando a necessidade da população fortalecer as ações de combate ao inseto, eliminando os criadouros que, segundo estatísticas, 80% estão localizados dentro de casa.

O número de casos suspeitos de microcefalia passou de 739 para 1.248, em menos de uma semana, de acordo com dados do Ministério da Saúde divulgados nesta segunda-feira (30). As notificações foram feitas em 311 municípios distribuídos em 13 Estados e no Distrito Federal. Os casos foram registrados no Nordeste, Centro-Oeste e atingem também o Sudeste, com 13 ocorrências em investigação no Rio. Foram ainda notificadas sete mortes, das quais uma foi confirmada até o momento. Todos os casos são de bebês que já nasceram. Ainda não há estimativas sobre quantos bebês em gestação apresentam a má-formação que, em 90% dos casos, pode levar à deficiência mental.

Em Goiás, a Secretaria Estadual de Saúde acaba de divulgar que o primeiro caso de microcefalia foi registrado em Goiânia.
A doença faz que o bebê nasça com o crânio menor que o tamanho normal. A criança pode apresentar ainda atraso mensal, convulsão, além de dificuldades para andar e falar.

O surto da doença no Brasil é considerado inédito no mundo e o Ministério da Saúde já chegou a pedir que as mulheres no País adiem, por enquanto, planos para engravidar. Não há casos de estudos científicos na medicina e, como não existe tratamento para a infecção, a ação mais eficaz é combater o mosquito.

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Redação e fotos: Assessoria de Comunicação Social (Assecom)
Por Jorivê Siqueira